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Em produçãoQuando vira crise, o caso abre sozinho.
Nenhuma crise nasce grande — ela nasce pequena, num canto que ninguém está olhando, e cresce enquanto a equipe ainda discute se responde ou ignora. A Sala de Crise identifica a escalada por gatilho numérico, abre o caso e entrega a resposta já montada pra revisão.
A dor
A maior parte do dano de uma crise não acontece no primeiro post — acontece no intervalo entre o primeiro post e a primeira resposta oficial. Enquanto a equipe se organiza, decide o tom e escreve do zero, a versão errada já circulou, já virou manchete regional. Cada hora sem resposta é uma hora em que só um lado está contando a história.
O que é
Um sistema de 5 estados — calmo, atenção, pressão, crítico, incêndio — que decide sozinho quando um sinal deixa de ser rotina e vira caso. Quando abre, o caso já vem com o histórico do sinal anexado e uma primeira resposta esboçada.
Como funciona
- O sinal entra. Cada item chega classificado por severidade — crítico, alto, médio — ponderado pela confiabilidade real da fonte que o publicou.
- O gatilho calcula. Um cálculo numérico, não humano, cruza contagem de sinais por severidade numa janela de 24h com a velocidade de propagação, e decide o nível.
- A IA monta o caso. Quando o nível cruza o limiar de abertura, o caso nasce com resposta esboçada anexada, pronta pra revisão e ajuste humano.
A metodologia por trás
Cinco estados de severidade ascendente — calmo → atenção → pressão → crítico → incêndio — cada um com gatilho numérico explícito. O salto pro nível mais alto (incêndio) exige um sinal crítico isolado de peso muito alto, ou múltiplos sinais críticos confirmados por fontes independentes — nunca um clique de "isso parece grave" de quem está de plantão.
Para quem opera campanha — a regra dura contra falso positivo
Registrada no próprio código, com esse comentário: um sinal isolado de risco alto, de fonte única, nunca promove crise institucional sozinho. A promoção pra "abrir incidente" ou "promover crise" exige pelo menos dois sinais de risco alto, confirmados por pelo menos duas fontes independentes — e, num dos caminhos, concentração territorial real do problema. Isso existe porque alarme falso tem custo: gasta capital político de resposta em algo que não merecia. A camada de classificação por padrão de crise (vítima, acidental, evitável — segundo a Situational Crisis Communication Theory de Timothy Coombs) entra depois desse filtro, pra calibrar o tom da resposta, não pra decidir se abre o caso.
O que você vê na tela
Estado atual: Pressão — 2 sinais de risco alto, 2 fontes independentes confirmadas (ilustrativo)
Dado ilustrativo — não é tela real de nenhum cliente.
O que muda na sua eleição
- Você descobre a crise crescendo, não já grande, numa ligação de madrugada.
- A equipe entra pra revisar e decidir, não pra montar o caso do zero.
- Sinal isolado de fonte única nunca vira pânico coletivo — a regra dura protege contra alarme falso.
Perguntas frequentes
Um post isolado de um perfil pequeno abre crise sozinho?
Não. A regra dura exige pelo menos dois sinais de risco alto confirmados por pelo menos duas fontes independentes antes de promover o caso.
A Sala de Crise publica resposta automaticamente?
Não — o caso abre com resposta esboçada, mas a equipe revisa, ajusta e aprova antes de qualquer publicação.
O que diferencia os 5 níveis?
Contagem de sinais por severidade numa janela de 24h, ponderada por confiabilidade de fonte, cruzada com velocidade de propagação — calculado, não sentido.



