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Limites escritos no código

O que a plataforma não faz
é tão desenhado quanto o que faz.

Toda plataforma de dado promete o que consegue fazer. Poucas publicam o que se recusam a fazer. Esta página é a segunda — os limites abaixo não são política de boas intenções, são regra aplicada em código, testada e auditável. Está no código, não no slide.

TSE — a licença pra operar depois de março de 2026

A Resolução do TSE de março de 2026 endureceu o que uma ferramenta de inteligência de campanha pode fazer com dado de eleitor. A REBORN foi desenhada pra operar do lado certo dessa linha desde a base: trabalha com leitura territorial e público agregado, nunca com perfil individual de eleitor — a arquitetura não guarda o dado que a resolução proíbe usar, então não existe risco de "esquecer de apagar" depois.

LGPD — dado pessoal tratado como exceção, não como regra

O produto da REBORN é leitura de conteúdo público — post, matéria, pesquisa — não cadastro de pessoa. Onde dado pessoal aparece (contato de cliente, usuário da plataforma), o tratamento segue a Lei Geral de Proteção de Dados: finalidade declarada, acesso restrito por papel e trilha de auditoria em toda leitura sensível.

Anti-microtargeting absoluto

Abaixo de seção eleitoral agregada, a plataforma não mostra nada. Qualquer resultado com menos de cinco registros é suprimido antes de chegar na tela — não arredondado, não estimado, simplesmente ocultado. Dado que identificaria pessoa (PII) é proibido de entrar ou sair de qualquer chamada de IA, ponto de arquitetura, não checagem manual.

O TEXTO QUE O CLIENTE VÊ DENTRO DO PRODUTO

"A plataforma trabalha com leitura territorial e públicos agregados. Não identifica pessoas, não armazena dados individuais e não prevê voto. A equipe decide — a REBORN organiza os sinais."

IA sugere, humano decide

Nenhuma ação irreversível ou pública sai da plataforma sem confirmação explícita de alguém da sua equipe. Nada é publicado automaticamente. Nenhuma denúncia é registrada pelo sistema por conta própria. A IA prepara, organiza e sugere — quem aprova é gente, sempre.

Não prevê resultado eleitoral

Pesquisa é retrato de um momento, não profecia. Em nenhum lugar do produto — briefing, relatório, resposta de chat — a plataforma declara quem vai ganhar, garante vitória ou trata um número isolado como resultado da eleição. É regra aplicada na camada que gera texto, não apenas orientação de estilo.

Número gerado por IA é validado contra a fonte

Todo dado numérico que aparece num texto escrito por IA — percentual de pesquisa, contagem, data — passa por uma checagem determinística contra o dado de origem antes de chegar na tela. Se o número não entrou como fato verificável, ele não sai como afirmação.

Rastreabilidade total

Todo dado carrega origem, timestamp, URL da fonte e nível de confiança. Todo uso de IA fica registrado. Um relatório entregue pela REBORN pode ser auditado linha por linha até a fonte que sustenta cada afirmação — nada aparece na tela sem alguém conseguir perguntar "de onde veio isso" e receber resposta.

A plataforma se identifica — nunca finge ser visitante

Quando a REBORN lê um site de terceiro — imprensa, órgão público — ela se apresenta como o que é, com identificação própria no cabeçalho da requisição, e respeita a política de acesso que o site publicar. Nunca se disfarça de navegador comum pra driblar bloqueio.

Estado honesto, sempre

Sem dado é sem dado — a tela diz isso, com o próximo passo recomendado no lugar de uma estimativa cosmética. Erro é erro, mostrado como erro. Nenhuma tela da plataforma maquia ausência de informação pra parecer mais completa do que é.

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